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sexta-feira, 20 de abril de 2012

* CONTOS - INCESTO

PAPAI PEDIU PARA DEPILAR E EU OBEDECI


Certa tarde, estava em casa sozinho tomando banho com a porta aberta, e sem ao menos ouvir nenhum barulho meu pai entro em casa. Deixou suas coisas no quarto e entrou no banheiro para mijar. Enquanto mijava ficou olhando para mim e eu em sua jeba, disfarçadamente, chaqualhou seu mastro e olhando para mim disse:

- Filho você se depila, ta lisinho, sem pentelho nenhum.

Papai tem muitos pelos na região genital, peito e coxas e pelo que ja vi, seu cuzinho também.

Então disse:

- Depilo sim pai, e você devia se depilar, a mamãe ia adorar. Ele disse:

- Ensina seu velho como se depilar, to com meu rabo lotado de pelos e me encomoda demais.

Depois que sai do chuveiro peguei uma lamina de barbear, um creme depilatório que uso e uma maquina de cortar cabelos, e mandei papai tirar a roupa.

Estava super feliz em depilar meu velho, então decidi começar pelas coxas. Liguei a maquina e comecei a raspar os pelos das coxas, não no zero. pois meu pai não quis, deixando apenas um pelo ralinho. Enquanto cortava seus pelos, sentia seus musculos da perna torneados, misturados ao seu cheiro de macho. Terminei sua coxa e decidi ir para a virilha, e com a maquina comecei raspar seus pelos, papai olhava para mim com ar de vergonha, e quando terminei este lugar comecei a raspar alguns pelos que crescem em sua jeba, bem no corpo peniano, seu pau estava mole, porém bem grande, papai é um jumento, e após alguns segundos com a piroca de meu pai na mão, esta começou a ganhar vida, sua glande ja se mostrava pela chapeleta de pele, olhei para papai que estava com os olhos fechados com ar de prazer. Percebi que meu velho estava gostando do meu serviço pois logo vi aquele olho saindo de tesão de seu pau , sem ele perceber passei a mão e levei a boca, me deliciando com tal especiaria.

Passei meu creme em suas bolas, que pareciam sacos de batatas, papai tem colhões maravilhosos, de dar vontade em qualquer mulher de chupá-los. Deixei o creme agir e tirei os pelos de sua bolsa escrotal, que ficou linda sem pelos nenhum.

Então, mandei papai ficar de quatro, para passar o creme em seu rabinho que estava lotado de pelos, abri sua bundinha torneada e pude ver aquele cuzinho pequenino, que provavelmente nunca havia tido um pau cravado, seu cuzinho piscava para mim enquanto passava o creme. Papai nesta altura estava com seu pau inchadíssimo e eu não me contentando mais estava com minha vara explodindo em minha cueca, estava doido pra chupar meu velho ou lamber aquele cuzinho ou ainda o que eu duvidaria muito fuder meu velho gostoso.

Ao acabar o serviço em seu traseiro, meu pai entrou no chuveiro e me chamou para tomar uma ducha com ele pois estava cheio de pentelhos raspados pelo corpo, obviamente obedeci. Tirei minha roupa e meu genitor pode perceber minha alegria vislumbrando meu cacete, virei de costas para papai, para meu pau não encostar nele ( o banheiro de casa é um pouco apertado), foi então que meu velho pediu pra eu esfregar suas costas e com segundas intenções deixei meu pau encostar nele, que ao mesmo tempo, virou a cara pra mim e deu uma risadinha. Meu velho não é de conversar muito mais em seu silêncio percebia sua excitação, mas acho que o medo de bulinar o filho o impedia de certas iniciativas foi então que deixei o sabonete cair sobre os seus pés, e agachei bem envergado com intuito de papai vislumbrar meu cuzinho, sua jeba que estava se desanimando enalteceu em segundos e ao levantar esbarrei-me em seu mastro com a cara, ficando de pé em sua frente, não deu outra, meu velho grudou no meu pau e me trouxe em seus braços, agarrando com uma mão em minha bunda, pude sentir sua vara roçando a minha vara.

Não resisti e deu um beijo no meu velho gato, que retribuiu com uma mordiscada em minha orelha, desci lentamente como um cão farejador lambendo cada milímetro do meu papai, e em seus mamilos dei umas mordiscadas que papai perdiam o fôlego e sem mais pestanejar implorou que eu sugasse seu cacete, mais uma vez acatei suas ordens. Minha língua explorou cada pedacinho do cacete de papai, assim como suas bolas que agora depiladas estavam vulneráveis a minha boca, eram enormes mais mesmo assim coloquei-as em minha boca....papai delirava comigo e dizia somente:

- Vai filhão, chupa, chupa, ahhhh...vai vai, acaba com o papai!

Aproveitando-se de um momento que papai queria trocar de posição, pedi que ele ficasse de quatro, e ele acatou ressabiado, então abri seu cuzinho e com um cuspe certeiro massageei com a língua sua cavidade, meu pai tremei de puro êxtase...chupei por alguns instantes seu rabinho, que piscava para mim em contrações ritmadas, papai seguia dizendo:

- Delícia, que delícia... acho que meu velho nunca havia ganhado um cunete e após minutos enfiei meu primeiro dedo, papai trancou seu cuzinho a hora, e olhando para mim disse que não, olhei para ele e mandei relaxar. Com muito carinho fui lubrificando seu cuzinho e colocando um dedinho a mais, meu genitor gemia com um pouco de dor creio eu.

Meu velho já havia me comido algumas vezes, mas nunca deixará eu fazer o mesmo, foi então  que me ajoelhei e pincelei seu esfíncter com meu pau, que latejava feito pedra, e com algum esforço forcei a entrada. Não coloquei quase nada da pontinha e meu papai escapou, levantando e se negando a me deixar enrabar, encostei em seu rosto e disse que eu queria muito e que a mesma dor que ele sentirá, eu senti com o dia em que ele arrancou meu cabaço, e que depois de entrar a cabeça, o pior passava e ficava muito bom. Então resolve continuar, repassei todo serviço de lubrificação em seu cuzinho e posicionei novamente minha pica em seu cuzinho minúsculo forçando entrada e pedindo papa meu velho relaxar, e depois de um pouco de esforços e muitos gemidos de papai senti meu caralho, dilacerar suas pregas, meu tesão era imenso, o cu de papai era tão apertadinho que sentia cada rugosidade de sua anatomia meu pai se estrebuchava no meu cacete.

Aos poucos, fui bombando sua bundinha e com um pouco de costume papai já pedia brasa, foi quando aumentei a velocidade....estoquei com toda minha força no cuzinho de papai, chicoteando-o com minhas bolas, papai, rebolava na minha neca e depois de minutos intermináveis de êxtase, soltei um jato de porra dentro de papai, que ao sentir o calor de meu leite em seu cú, bateu uma punheta e gozou no chão do box, tirei meu cacete lambuzado do cuzinho de papai e lhe ofereci, que surpreendentemente, aceitou com muita fome. Papai descansou um pouco e com muito fogo se ofereceu para me fuder, aceitei e ele realizou minuciosamente o mesmo protocolo que eu tinha feito e enrrabou-me também...

Depois de quase uma hora e meia no banheiro, saímos como se não tivesse ocorrido nada, meu pai não me dirigiu a palavra neste dia, mas eu sabia que tinha lhe agradado demais.

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